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26 de julho de 2019

O que é Big Data? Conheça a relevância desse conceito no mercado atual

Se alguém perguntar para você o que acha de fazer do Big Data o futuro da sua carreira profissional, essa pergunta faria algum sentido? Não tem certeza? Então está na hora de se atualizar.

O Big Data é um processo de análise de um volume significativo de dados armazenados remotamente. Trata-se da integração de qualquer dado coletado sobre uma empresa ou assunto, como registros de compra e venda e canais de interação não digital (como call center e telemarketing).

A tecnologia atual pode alcançar todos os registros feitos. Essa revolução tecnológica pode transformar os resultados das empresas de tal forma que o mundo corporativo tem manifestado cada vez mais interesse, em esfera global, pelo recurso.

Ainda tem dúvidas sobre como o Big Data funciona e de que forma ele pode oferecer a mudança prometida? Então, continue acompanhando este artigo e tire suas dúvidas sobre o assunto.

Qual a importância de uma tecnologia como o Big Data?

Para entender a importância e o funcionamento da tecnologia, primeiramente devemos considerar que a análise de dados é uma parte rotineira em várias áreas de diversos negócios.Com técnicas de estatística, pesquisas de mercado e processamento de informações, analistas mapeiam padrões de comportamento em busca de um aumento do índice de lucratividade.

Internamente, empreendimentos podem identificar gargalos e problemas operacionais com a implementação de rotinas de análise. Assim, diversos processos podem ser melhorados continuamente.

A verdade é que a quantidade de informações disponíveis para uso por instituições nunca foi tão vasta. No dia a dia de trabalho, as mudanças são visíveis. Você já parou para observar a quantidade de registros que geramos sobre o que produzimos, pensamos, sentimos ou, até mesmo, desejamos? Não seria exagerado comentar que a humanidade nunca viveu a era dos registros como hoje.

Por conta de tudo isso, foi preciso desenvolver técnicas capazes de possibilitar o processamento de dados com alto desempenho e disponibilidade. Nesse sentido, o Big Data simplifica a coleta, o processamento e a visualização de informações, oferecendo uma padronização eficaz. Assim, as empresas conseguem compreender tendências em tempo real e originar produtos mais lucrativos.

Mas em que momento esses dados são transformados em insights?

Se ainda está um pouco complicado entender como todos esses dados coletados podem ser úteis para os negócios, vamos nos aprofundar nesse assunto agora mesmo. As soluções de Big Data “cuidam” dos dados brutos até que eles sejam transformados em insights valiosos para a tomada de decisão.

Um processo eletrônico faz com que um conjunto de dados “soltos” passe a servir como uma informação. Essa informação se transforma em conhecimento e, por fim, o conhecimento se torna sabedoria, que será usada para tomar as decisões mais assertivas e para o contexto de seu negócio.

Vale ressaltar que empresas que utilizam Big Data possuem 5 vezes mais chances de tomarem decisões mais rápidas dos que as dos concorrentes e 2 vezes mais chances de obterem performance superior a deles, como mostra pesquisa da consultoria em negócios norte-americana Bain & Company.

Agora, vamos tornar o processo mais claro. Imagine uma desenvolvedora de softwares que precisa entender por que houve aumento nas taxas de churn de seu negócio.

O trabalho de inteligência de dados partirá dos “rastros” básicos dos ex-assinantes, como planos contratados, queixas registradas e taxas de inadimplência. Posteriormente, esses dados gerarão informações importantes, como listas de inadimplentes ou de quais clientes manifestaram insatisfação com os softwares comercializados.

Em seguida, é possível partir para a fase do conhecimento, relacionando, por exemplo, os planos contratados com maiores possibilidades de cancelamentos — planos mais completos são mais caros e apresentam maior tendência a serem abandonados no futuro que pacotes baratos.

Por último, gera-se a “sabedoria” do negócio, com sugestões de ações que devem ser tomadas para ampliar o nível de satisfação dos clientes ou tornar os planos mais acessíveis a fim de reduzir as taxas de cancelamento.

Quais as vantagens?

Criação de valor

Todos os investimentos e processos internos buscarão agregar valor ao negócio e aos seus serviços. Indicadores serão implementados em toda a cadeia operacional em busca de melhorias e gestores realizarão um trabalho constante para identificar possíveis investimentos de qualidade para o negócio.

Além disso, as informações coletadas deverão ser analisadas por meio de técnicas eficientes, que filtrem apenas aquilo que for relevante para o negócio.

Juntos, tais fatores podem causar um grande impacto no negócio. O retorno de investimentos, por exemplo, será maior. Estratégias e projetos de desenvolvimento de serviços criarão um portfólio comercial mais competitivo e com maior potencial de geração de renda. Assim, a empresa conseguirá se destacar entre a concorrência com mais facilidade.

Redução de custos

Empresas com cadeias operacionais complexas precisam estar atentas à sua gestão orçamentária. Investimentos e rotinas diárias, quando mal avaliados, podem causar um impacto negativo na gestão de recursos do negócio. Diante disso, é fundamental que a empresa consiga identificar o que pode ser otimizado e quais processos devem ser eliminados.

Nesse sentido, o Big Data cumpre um papel de destaque: estores podem utilizar a análise de dados para identificar gargalos e áreas de baixa produtividade. Com isso, melhorias serão implementadas para que o negócio consiga criar processos com um custo e índices de desperdício menores.

Otimização dos riscos

Uma empresa deve avaliar continuamente os riscos envolvidos na criação de produtos e estratégias de mercado. Nesse sentido, um ambiente baseado em uma cultura de análise de dados conseguirá prever cenários com maior eficiência e identificar quais são os fatores envolvidos em um projeto. No longo prazo, as decisões tomadas terão um índice de sucesso mais amplo e com lucros maiores.

Como se atualizar?

A formação é bastante democrática. Seja em nível de especialização ou como uma segunda graduação, é um campo aberto a profissionais oriundos das mais diversas áreas. Egressos de faculdades de TI, Publicidade, Jornalismo, Marketing, Estatística e Administração de Empresas são bons exemplos.

Se você procura um bom curso, saiba que ele depende de algumas características para ser bem aproveitado. O aprendizado deve demonstrar as formas mais usadas de Big Data e as suas variações, como o Analytics e o Business Intelligence, sobre os quais já falamos por aqui.

Quer uma dica? A sua busca deve ser por uma proposta de ensino voltado à aplicação, com uma diretriz menos acadêmica e mais direcionada ao mercado.

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