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Porque as empresas estão formando alianças em segurança cibernética

No mundo físico, os governos são responsáveis por manter cidadãos e empresas protegidos dos inimigos. O mundo digital, até agora, tem sido um pouco diferente. Quando se trata de segurança cibernética e ataques cibernéticos, a maioria dos governos gastou muito mais tempo aumentando suas capacidades ofensivas do que protegendo empresas e indivíduos.

No entanto, com a crescente sofisticação de maus atores, fez com que os ataques cibernéticos fossem questões de segurança humana. A partir dessa necessidade, nos últimos anos, empresas focadas em tecnologia começaram a criar alianças de segurança cibernética. Centenas de empresas – algumas delas, como Airbus, Cisco, HP, Microsoft, Siemens e Telefonica, entre as maiores do mundo – tentaram entrar nessa brecha de confiança, formando grupos em torno de metas relacionadas ao futuro da internet e redes digitais.

As alianças operacionais são construdas em torno de pequenos grupos de empresas, suas trocas de informações sobre ataques cibernéticos e ameaças tentam elevar o nível coletivo de segurança cibernética, moldar as práticas gerais de segurança e acelerar a adoção de tecnologias de segurança. A natureza das redes digitais é que todos precisam compartilhar os riscos; essas alianças também ajudam os líderes a compartilhar soluções. Eles tentam defender valores como confiança e prestação de contas na segurança cibernética e estimular ações coletivas em favor da paz e da não agressão – como fazem os acordos entre os países.

 

Para saber mais: HARVARD BUSINESS REVIEW